Articulação Temporomandibular (ATM): quando a mandíbula não é o problema
22 de janeiro
Porque deves frequentar este curso?
Desafia-te a ir além da abordagem clássica da ATM como uma simples articulação. Neste Webinar vais aprender a reconhecer quando a mandíbula é apenas o sintoma de um desequilíbrio mais profundo, de origem visceral, metabólica ou emocional.
Ao mesmo tempo, desenvolverás a capacidade de ler padrões clínicos que normalmente passam despercebidos: a ligação entre dor mandibular, alterações digestivas, desequilíbrios hormonais e tensão emocional.
Francisco Javier Perez é um fisioterapeuta e osteopata dedicado à investigação e estudo da Osteopatia e Fáscia. Pela sua reconhecida e natural vocação para a vertente académica e pedagógica, desde 2010 que se dedica exclusivamente à docência e formação, representando a Escuela Internacional de Terapia Física (ESITEF), em Espanha, Portugal e Argentina. Licenciado em Fisioterapia, em 1996, pela Universidad Complutense de Madrid, gradua-se em Osteopatia na Osteopatia na Formación Belga Española de Osteopatía Madrid (FBEO), em 2000. Desde essa data que vem cumulando conhecimento, revendo e atualizando conceitos, frequentando diversos cursos nestas áreas - músculo-esquelética, terapia sacro-craniana, área fascial e funcional, visceral, ritmos osteopáticos, etc. - com personalidades sonantes da área como Geraldine e Rene Daugba. Paralelamente à sua paixão e dedicação à osteopatia, reconhecendo a importância do sistema fascial para uma abordagem completa e global, dedicou-se a frequentar formações diversas nesta área, das quais destaca o conhecimento adquirido na Escola de Terapias Miofasciais Tupimek e Fascial Balance de Andrzej Pilat.
Sobre o curso
Durante décadas, a ATM foi estudada sobretudo como uma articulação mecânica. Neste webinar, propõe-se uma visão mais ampla, reconhecendo que, muitas vezes, a disfunção mandibular não é a causa principal, mas a expressão de um desequilíbrio que se origina noutro ponto do organismo.
Através da osteopatia, da acupuntura e da medicina chinesa, serão explorados padrões funcionais claros, como a ligação entre dor mandibular, alterações digestivas e dor no ombro ou na anca. Estas relações deixam de ser vistas como coincidências para ganharem sentido clínico.
Com o contributo da PNIE, a ATM passa a ser entendida como uma zona de convergência neurológica, metabólica, visceral e emocional. Esta abordagem transforma a forma de avaliar, tratar e acompanhar o paciente, especialmente nos casos persistentes ou recorrentes.
Objetivos
Deixar de tratar a ATM como uma simples articulação. Compreender quando a mandíbula é o sintoma... e não o verdadeiro problema.
Aprender a ler padrões que não se veem: dor mandibular, digestiva, hormonal e emocional conectadas num mesmo mapa clínico.
Mudar a tua forma de raciocinar e tratar o paciente. Passar de corrigir a ATM para compreender o que o corpo está a expressar.