1ª Edição
Porto 12h Português

Plasticidade muscular esquelética. Adaptações ao exercício e ao treino físico

12 Out 2019 - 13 Out 2019

Plasticidade muscular esquelética. Adaptações ao exercício e ao treino físico

Investimento

89€

ATÉ 12 DE AGOSTO

Como se adapta o músculo esquelético ao exercício?

Uma das características mais marcantes do músculo esquelético é esta sua plasticidade, isto é, a capacidade de alterar o seu fenótipo em função do ambiente hormonal, da electroestimulação ou, mais marcante ainda, dos estímulos mecânicos para que é solicitado. São estas alterações crónicas estruturais, funcionais ou metabólicas, em resposta a variados estímulos, que estão na base da tolerância muscular esquelética às diferentes agressões, internas ou externas.

DESTINATÁRIOS

Fisioterapeutas, osteopatas, enfermeiros, médicos, profissionais do exercício, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica (tb. estudantes)

VAGAS

50 formandos

DATAS

12 Out 2019 - 13 Out 2019

LIMITE DE INSCRIÇÃO

09 Set 2019

HORÁRIOS

9h00-18h00

sábado

9h00-13h00

domingo

LOCALIZAÇÃO

Hotel Black Tulip

Avenida da República, nº 2038

4430-195 Vila Nova de Gaia, Porto

COORDENADAS

Latitude: 41,1204304

Longitude: -8,6064404

FORMADOR

Portugal

José Alberto Duarte

Exercício

Médico e professor catedrático na FADEUP

José Alberto Duarte - Master Science Lab
O sistema muscular esquelético representa cerca de 45% do nosso peso corporal e, quando a este se adiciona o sistema osteoarticular, integrando ambos o sistema locomotor, este valor pode atingir os 75%-80% do peso corporal.

Como em biologia a estrutura anda sempre associada à função, tudo indica que o movimento seja a principal vocação do ser humano.

Movimentos tão simples como lavar os dentes, utilizar os talheres durante uma refeição, engraxar os sapatos, escrever, andar, saltar, correr e outros, são realizados diariamente sem qualquer dificuldade aparente, sugerindo que as tarefas rotineiras que efectuamos são muito pouco exigentes.

Contudo, a contração do músculo esquelético é muito agressiva para as células do órgão e só nos apercebemos da verdadeira exigência desses movimentos quando perdemos as adaptações crónicas responsáveis pela tolerância do músculo-esquelético aos diferentes níveis de trabalho efectuado.

Assim, após imobilização de um braço ou uma perna, ainda que por um período reduzido de tempo, de três ou quatro dias, vemos que não conseguimos realizar ou repetir, sem o aparecimento de desconforto ou dor, os movimentos mais simples do dia-a-dia.

Uma das características mais marcantes do músculo esquelético é esta sua plasticidade, isto é, a capacidade de alterar o seu fenótipo em função do ambiente hormonal, da electroestimulação ou, mais marcante ainda, dos estímulos mecânicos para que é solicitado.

São estas alterações crónicas estruturais, funcionais ou metabólicas, em resposta a variados estímulos, que estão na base da tolerância muscular esquelética às diferentes agressões, internas ou externas.

Se bem que a plasticidade muscular abranja diferentes estruturas musculares, tais como a capilarização, o tecido conjuntivo, a inervação sensitiva ou motora e a imunidade local, é ao nível das fibras musculares que ela é mais notória, se repercute mais drasticamente na funcionalidade do órgão e onde existem mais dúvidas quanto aos mecanismos subjacentes.

Ver Mais

- Rever os principais mecanismos celulares e moleculares envolvidos no processo de hipertrofia e modulação fenotípica do músculo esquelético, em resposta ao exercício/treino físico.
1. Embriogénese muscular esquelética
2. Constituintes, organização e funcionalidade
3. Controlo neuro-endócrino e tipos de contração
4. Crescimento e maturação muscular esquelética
5. Adaptações agudas a diferentes exercícios
6. Dano muscular esquelético - miopatia do exercício
7. Mecanismos de reparação muscular esquelética
8. Alterações fenotípicas a diferentes tipos de treino
9. Influência genética do fenótipo muscular esquelético
Sem informação
Certificado de frequência de formação profissional, de acordo com o decreto 35/2002, de 23 de abril.

Formação homologada pelo Instituto do Desporto e Juventude (IDP, I. P) para efeitos da renovação de cédula (PROCAFD/TEF e DT) com 2.4 Unidades de Crédito Presenciais.

Modo de pagamento

Totalidade

100%

na inscrição

Faseado

50%
na inscrição
50%
até 04.10.2019

Notas

Inclui coffee-break (água, chá e café) + certificado + 2.4 UC (PROCAFD/TEF e DT)

José Alberto Duarte

Médico e professor catedrático na FADEUP desde 2003. Publicou 217 artigos em revistas especializadas e 94 trabalhos em actas de eventos. Orientou 16 teses de doutoramento e co-orientou 9 nas áreas de Medicina Básica e Medicina Clínica. É editor de revistas internacionais conceituadas: Journal of Sports Medicine (IJSM) e Archives of Exercise in Health and Disease (AEHD). Membro do Conselho Editorial da European Review of Aging and Physical Activity (Springer). Membro do Conselho Editorial da "Revista Andaluza de Medicina del Deporte" (Elsevier). Membro do Conselho Editorial do Journal of the Sports Medicine Association of Greece. Membro do Conselho Editorial do Jornal Português de Ciências do Desporto.

Ver Mais

- Vais compreender de que forma o tecido muscular esquelético altera as suas características morfológicas, metabólicas e funcionais, em resposta a estímulos fisiológicos e patológicos.
- Vais aprofundar o teu entendimento acerca dos mecanismos intracelulares envolvidos na lesão e regeneração muscular esquelética.
- Vais estar dotado de conhecimento científico que te possibilitará um melhor direccionamento dos programas de exercício, tanto no âmbito desportivo (atletas de elite), como na promoção da saúde (manutenção da massa muscular e prevenção da sarcopenia).
CERTIFICAÇÕES E APOIOS
Certificado 1 - Master Science Lab
Certificado 2 - Master Science Lab

Formação Complementar

65€
Exercício físico e diabetes mellitus

FORMADOR José Alberto Duarte

Homologação IPDJ (1.6 UC). Efeito do treino no controlo glicémico. Pilares terapêuticos. Papel do exercício clínico: preventivo e terapêutico.

FORMADOR José Alberto Duarte

Homologação IPDJ (2.4 UC). Histologia. Fisiopatologia. Evidence-based. Programas de treino para aplicação clínica. Caquexia neoplásica.

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