1ª Edição
Braga 40h Sem informação de idioma

Osteopatia no Desporto. TOP 10

01 Jan 2016 - 01 Dez 2016

Osteopatia no Desporto. TOP 10

Osteopatia no Desporto. TOP 10

Lesões mais frequentes. Resolução rápida. Prevenção. Cadeias lesionais. Técnicas manipulativas (estruturais, miotensivas, fasciais e funcionais)

DESTINATÁRIOS

Fisioterapeutas, Osteopatas e Quiropatas (tb. Estudantes)

VAGAS

0 formandos

DATAS

01 Jan 2016 - 01 Dez 2016

LIMITE DE INSCRIÇÃO

01 Dez 2015

HORÁRIOS

Sem informações
LOCALIZAÇÃO

Ginásio Flexgym

Rua dos Barbosas 119

4715-086 Braga, Braga

COORDENADAS

Latitude: 0

Longitude: 0

Pela 1ª vez na história, um grupo de 26 osteopatas foi convidado a incluir o corpo clínico destacado para os Jogos Olímpicos de Londres em 2012. Mais de 900 consultas foram registadas. Em 2013 foi criado o 1.º Comité Osteopático, com o objectivo de incluir a osteopatia nos serviços médicos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Segue-se Tóquio em 2020. Pela primeira vez em Portugal (2013) realizamos duas edições deste curso. Deixamos a opinião de alguns alunos. Veja aqui. Estará a par da importância da união da osteopatia e da terapia manual num cenário tão imponente, como o desportivo? Em 1998, a Osteopatia no Desporto sofre enorme mediatização. Zinedine Zidane, ex-capitão da selecção francesa de futebol após vencer o campeonato do Mundo frente ao Brasil, refere em conferência de imprensa ??devo em grande parte a minha presença na final ao meu osteopata Philippe Boixel que consultei todos os dias antes deste jogo??. Saiba como abordar as 10 lesões mais frequentes com a rapidez e segurança de resultados a que um desportista obriga. Apresentamos-lhe assim com enorme satisfação a 7ª edição do curso de Osteopatia no Desporto. Top 10, com certificação internacional pela AIDCO - Associazione Italiana per la Divulgazione delle Cultura Osteopatica e com a docência de um reputado osteopata do European Osteopathic Project (Itália). Top 10, porque em 40 horas não é possível abordar exaustivamente todas as lesões de todas as articulações. Preferimos assim focar os conteúdos programáticos nas lesões que acometem com maior frequência os desportistas, de modo a que o formando fique munido de ferramentas para que com eficácia tenha uma resposta pronta num cenário tão imprevisível como é o desportivo.Perante uma lesão aguda, é obrigatório instituir um tratamento eficaz e rápido. Quando tal não ocorre, a disfunção incorrerá em cronicidade? Quantos casos não existem, de tratamentos com sucesso por exemplo numa pubalgia a curto prazo, mas que na realidade a médio prazo ocorre uma recidiva da lesão? Quantos atletas não perdem a funcionalidade do membro superior por apresentarem uma lesão crónica da coifa dos rotadores? Quantas vezes não tem o atleta que interromper a sua prática desportiva total ou parcialmente porque o sintoma voltou?? Ou ainda quantas vezes, dias antes ou no próprio dia de competição, o atleta sofre uma dor cervical aguda ou um entorse da tibio-társica? e o profissional precisa urgentemente de tornar aquele atleta apto para a competição? O curso de Osteopatia no Desporto. Top 10 pretende dotar o profissional de capacidade para desenvolver a destreza manual necessária à prática de técnicas manipulativas (estruturais, miotensivas, fasciais e funcionais) no campo desportivo, reforçando-se o processo de compreensão da mecânica das principais lesões articulares e consequentes repercussões como cadeias lesionais. Será dado muito ênfase ao processo de raciocínio clínico, para que se trate a origem da lesão e não apenas um sintoma ou consequência de uma disfunção!

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Objectivo geral No final do curso o formando terá de ser capaz de avaliar e tratar de modo rápido e eficaz as 10 lesões mais frequentes do desportista. Objectivos específicos 1. Aprender a formular um diagnóstico das lesões mais frequentes do desportista segundo uma visão osteopática (abordagem global); 2. Saber priorizar as possíveis causas da lesão apresentada; 3. Saber elaborar uma estratégia de tratamento personalizada; 4. Aprender a aplicar as técnicas osteopáticas mais usadas no tratamento de lesões desportivas; 5. Saber como acompanhar o desportista, planeando se necessário intervenções a médio e longo prazo para minimizar recidivas.
Todos os conteúdos leccionados obedecem a padrões definidos pelo European Osteophatic Project de Itália. A. Membro Inferior 1. Entorse da tibio-társica em inversão-eversão: biomecânica, fisiopatologia e protocolo de tratamento 1.1Abordagem osteopática nas entorses da tibio-társica 1.2 Articulação sub astragaliana. Lesões, testes e tratamento 1.3 Lesões do peróneo. Testes e tratamento 1.4 A dupla cubóide-navicular. Lesões, testes e tratamento 1.5 O astrágalo. Lesões, testes e tratamento 1.6 Tratamento dos ligamentos e da fáscia tíbio-peroneal 2. Entorse da mediotársica (Chopart): biomecânica, fisiopatologia e protocolo de tratamento 2.1 Abordagem osteopática na entorse da mediotársica 2.2 Tratamento do astrágalo (anterior-posterior) 2.3 Tratamento do cuboide 2.4 Tratamento do navicular 3. Esporão do calcâneo: anatomia, fisiopatologia e protocolo de tratamento 3.1 Reprogramação do apoio do pé 3.2 Abordagem osteopática na patologia do esporão do calcâneo 3.3 Tratamento do cuboide 3.4 Tratamento da fáscia plantar 4. Joelho. Lesões agudas e crónicas dos meniscos: diagnóstico diferencial entre lesões de interesse cirúrgico e problemas osteopáticos, fisiopatologia e protocolo de tratamento 4.1 Abordagem osteopática das lesões meniscais 4.2 Joelho - testes clínicos 4.3 Menisco medial ?nariz à janela? - testes e tratamento 4.3.1 Técnica ?Mc. Murray? 4.4 Menisco lateral - testes e tratamento 4.5 ?Os pequenos parâmetros? no joelho 5. Pélvis 5.1 Pubalgia (alta e baixa) - fisiopatologia, relações biomecânicas com a articulação sacro-ilíaca e a coluna lombar. Protocolo de tratamento. 5.1.1 Abordagem osteopática na pubalgia 5.1.2 Ilíaco anterior. Testes e tratamento 5.1.3 Ilíaco posterior Testes e tratamento 5.1.4 Púbis anterior. Testes e tratamento em TEM 5.1.5 Púbis posterior. Testes e tratamento em TEM 5.1.6 Tratamento do púbis - técnicas directas 5.1.7 Técnica para os músculos adutores 6. Coxo-Femoral - fisiopatologia, relações biomecânicas e protocolo de tratamento 6.1 Abordagem osteopática aos problemas da coxo-femoral 6.2 Testes clínicos 6.3 Tratamento das lesões mais frequentes 6.4 Os músculos pelvi-trocanterianos. Avaliação e tratamento 6.5 O músculo psoas-ilíaco. Avaliação e tratamento B. Membro Superior 1. Coifa dos rotadores: factores biomecânicos, relações anatómicas, fisiopatologia e protocolo de tratamento 1.1 Abordagem osteopática na patologia da coifa dos rotadores 1.2 Articulação Gleno-umeral. Testes e tratamento 1.3 Articulação Acrómio-clavicular. Testes e tratamento 1.4 Articulação Esterno-clavicular. Testes e tratamento 1.5 Articulação Escapulo-torácica. Testes e tratamento 1.6 Coluna cervical e torácica vs lesão da coifa dos rotadores. Testes e tratamento 2. Epicondilite: factores biomecânicos, relações anatómicas, fisiopatologia e protocolo de tratamento 2.1 Abordagem osteopática na epicondilite 2.2 Articulação Umero-radial. Testes e tratamento 2.3 Articulação Umero-cubital. Testes e tratamento 2.4 Tratamento da membrana inter-óssea 3. Síndrome do túnel cárpico: factores biomecânicos, relações anatómicas, fisiopatologia e protocolo de tratamento 3.1 Abordagem osteopática no síndrome do túnel cárpico 3. 2O músculo longo palmar. Avaliação e tratamento 3.3 O ligamento transverso do carpo. Avaliação e tratamento 3.4 Articulação rádio cárpica. Testes e tratamento C. Coluna Cervical 1. As cervicalgias e as cervico-braquialgias: anatomia, biomecânica, fisiopatologia, diagnóstico diferencial e protocolo de tratamento 1.1 As cervico-braquialgias de origem osteopática 1.2 Clínica, avaliação e tratamento das lesões cervicais simples 1.2.1 Com curvatura normal 1.2.2 Com curvatura rectificada

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Modo de pagamento

Totalidade

100%

na inscrição

Faseado

50%
na inscrição
50%
até 25.12.2015
Sem informação
1. Pertencerá ao 7.º curso em Portugal de Osteopatia Desportiva Top 10, com certificação internacional pela AIDCO - Associazione Italiana per la Divulgazione delle Cultura Osteopatica; 2. Aprenderá técnicas e uma forma de orientar o seu raciocínio clínico em patologias desportivas, contudo o conhecimento adquirido poderá ser canalizado para patologias em utentes não desportistas; 3. Ficará munido de ferramentas que lhe permitirão apresentar soluções eficazes e rápidas tal como a àrea desportiva exige; 4. Terá como docente um reputado osteopata pelo European Osteophatic Project de Itália - Dr. Massimo Lombardozzi.

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