1ª Edição
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EPI - Electrólise Percutânea Intratecidular - Nível 1

17 Fev 2012 - 19 Fev 2012

EPI - Electrólise Percutânea Intratecidular - Nível 1

EPI - Electrólise Percutânea Intratecidular - Nível 1

Descoberta espanhola mais importante do presente século para a fisioterapia mundial (Prof. Dr. José Urrialde in Fisioterapia Invasiva, Elsevier 2013) | Certificado EPI® Advanced Medicine

DESTINATÁRIOS

Fisioterapeutas (tb. Estudantes)

VAGAS

0 formandos

DATAS

17 Fev 2012 - 19 Fev 2012

LIMITE DE INSCRIÇÃO

16 Jan 2012

HORÁRIOS

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LOCALIZAÇÃO

Porto

Porto,

COORDENADAS

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Longitude: 0

FORMADOR

Espanha

José Manuel Sanchéz

Procedimentos invasivos

José Manuel Sanchéz - Master Science Lab
A nível mundial tida como uma das técnicas mais eficazes no tratamento de tecidos moles, em especial o tendão. Clubes como o Inter Milão, Juventus, Manchester United, Atlético de Madrid, Manchester City, Liverpool não dispensam a EPI®! O Prof. Dr. José Urrialde, presidente do “Consejo General de Colegios de Fisioterapeutas de España” no prólogo do livro Fisioterapia Invasiva (Elsevier, 2013) diz que “…é necessário distinguir o José Manuel Sánchez Ibáñez, criador da técnica EPI®, sem dúvida a descoberta espanhola mais importante do presente século para a fisioterapia mundial, que constituiu um marco histórico que deve ser reconhecido e aplaudido…” A MASTER, é em Portugal, a empresa responsável pela introdução da formação na Técnica de Electólise Percutânea Intratecidular (EPI®). Iniciou esta jornada junto do seu criador Prof. Dr. José Manuel Sánchez Ibáñez no ano de 2012, e em 2015 realizará a 4ª edição (Porto) e 5ª edição (Lisboa) de tão brilhante conceito. Veja aqui uma entrevista ao criador da EPI®. A EPI® é uma técnica minimamente invasiva que consiste na aplicação de uma corrente galvânica de alta intensidade, através de uma agulha de acupunctura, que produz um processo inflamatório de carácter local permitindo a fagocitose e a reparação/regeneração do tecido mole afetado (tendão, ligamento, músculo, etc). Esta reação ocorre porque a agulha catódica promove uma reação electroquímica - dissociação das moléculas de água e sal nos seus elementos constitucionais que dá lugar, por instabilidade iónica, à formação de moléculas de hidróxido de sódio - na região do tecido degenerado. É um conceito extremamente inovador que permite resultados muito precoces no tratamento de vários distúrbios do aparelho locomotor.Benefícios relativamente a outras técnicas: 1. É um tratamento local no ponto exacto da lesão. Com a ajuda de ecografia aplica-se a EPI® de forma directa sobre o tecido alterado e/ou degenerado. 2. Inicia eficazmente a reparação do tecido afetado. A EPI® é capaz de iniciar um novo processo de proliferação do tecido de colagénio que, nestes casos, se encontra desagregado. 3. As modificações na estrutura e no comportamento mecanobiológico do tecido mole são imediatas e em tempo real. 4. A efectividade é muito alta comparativamente a tratamentos convencionais de fisioterapia como os ultra-sons, ondas de choque, técnica de Cyriax ou médicos (fármacos, infiltrações ou cirurgia). 5. A frequência de recidivas é baixa. Indicações: Com a EPI® tratam-se tendinopatias crónicas e um número importante de lesões do sistema ME como: 1. Tendinopatias crónicas (tendinose rotuliana, aquiliana, dos isquiotibiais, pubalgias, epicondilites, supra espinhoso, etc) 2. Fasceítes plantares 3. Roturas musculares 4. “Entorse” ligamento lateral interno do joelho 5. “Entorse” crónico da tibio-társica 6. Periostite tibial 7. Síndrome do túnel cárpico e tarsiano

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Objectivos: 1. Conhecer os mecanismos fisiopatológicos das diferentes estruturas dos tecidos moles do aparelho locomotor; 2. Dominar os princípios básicos da aplicação da EPI® 3. Dar a conhecer aos formandos os últimos avanços científicos sobre a aplicação da EPI® 4. Identificar os efeitos da EPI® mediante controlo ecográfico com doppler-color.
Guidelines pela EPI® Advanced Medicine® 1. História da técnica EPI®: passado, presente e futuro 1.1 EPI® Advanced Medicine® 2. Processos de reparação e regeneração dos tecidos moles 2.1 Resposta inflamatória 2.2 Homeostasia: reparação vs regeneração 2.3 Angiogenia 2.4 Migração e proliferação celular 2.5 Actividade proliferativa celular 2.6 Remodelação 2.7 Maturação 3. Tendinopatias 3.1 Epidemiologia 3.2 Erros conceptuais 3.3 Fenótipo das tendinopatias 3.4 Tendinite ou tendinose? 3.5 Modelos teóricos da dor em tendinopatias 3.6 Alterações histopatológicas 3.7 Formas alternativas de morte celular em tenócitos 3.8 Morte celular por stress cíclico 3.9 Ocitocinas proinflamatórias e HIF-1 3.10 Patogenia: "Cura defeituosa" 3.11 Sinais ecográficos das tendinopatias extrasinoviais e intrasinoviais 3.12 Classificação clínica das tendinopatias segundo estudos ecográficos: Hipovasculres e neoneurovasculares 3.13 Classificação ecográfica das calcificações intratendinosas 3.14 Novas tendências de tratamento em tendinopatias 3.15 Metodologia e intervenção com EPI® em diferentes tendinopatias. 3.16 Efeitos da imobilização no tendão 3.17 Trabalho excêntrico em sector óptimo de carga excêntrica (SOCE) 3.18 Evidência clínica e científica da EPI® no tratamento de tendinopatias degenerativas: Teses de Doutoramento, artigos, etc.. 4. Lesões Ligamentares 4. 1 Biologia, histologia e biomecânica dos ligamentos 4.2 Mecanismos de lesão 4.3 Idiossincrasia da lesão ligamentar 4.4 Classificação de lesões dos ligamentos 4.5 Particularidades de cura: Fases de reparação/regeneração 4.6 Respostas biológicas de regeneração em lesões ligamentares. 4.7 Reparação /regeneração pós-EPI® e mobilização precoce 4.8 Sinais ecográficos de lesões ligamentares 4.9 Tratamento da lesão aguda do ligamento através da EPI® 4.10 Instabilidade por "cura defeituosa" do ligamento. Princípios básicos do tratamento através da EPI® 5. Electrólise Percutânea Intratecidular® (EPI®) 5.1 Bases e Fundamentos Biológicos 5.1.1 Mecanismos biológicos da EPI® em tecido conectivo, muscular e tecidos moles 5.1.2 Processo REDOX mediante a técnica EPI® 5.1.3 Efeitos fisiológicos da EPI® nos tecidos moles 5.1.4 Resposta inflamatória aguda, subaguda e ciclo completo inflamatório. 5.1.5 Optimização das doses mediante a estrutura e localização clínica. 5.1.6 Análise por anisotropia do campo eléctrico da EPI®. 5.1.7 Factor de indução de Hipoxia (HIF) 5.1.8 Efeito Imunomodulador da EPI® em tecidos moles. 5.1.9 Efeito fibrolítico da EPI® sobre a desregulação da matriz extracelular (DME) 5.1.10Efeito da EPI® na oxigenação dos tecidos moles degenerados. 5.1.11Efeitos da EPI® sobre as Metalproteínas da Matriz Extracelular (MMP) 5.1.12Efeitos da EPI® na pressão e dinâmica dos fluidos do tecido conectivo denso e muscular 5.1.13 Efeitos antimicrobianos da EPI®. 5.1.14 Electrotaxis e Galvanotaxis 5.1.15 Resistência dos tecidos moles 5.1.16 Mecano-transdução 5.1.17 Resposta dinâmica da EPI® em fibroblastos 5.1.18 Efeitos da rotação e deformação da matriz extracelular “Eccentric-Overload-Cell-Tension através da EPI®” 5.2 Biotecnologia da Técnica EPI® 5.2.1 Características dos aparelhos “Electrólise Percutânea Intratecidular”® EPI® 5.2.1.1 Descrição dos aparelhos para realizar a técnica “Electrólise Percutânea Intratecidular” ®(EPI®): 5.2.1.1.1 EPI®-XM® (Básico) 5.2.1.1.2 EPI®- XM-OMEGA® (Intermédio) 5.2.1.1.3 EPI®- MEDICAL TISSUE REMOVER® (Avançado) 5.2.1.2 Material e componentes para a realização da técnica EPI® 5.2.1.2.1 Agulhas EPI® Needle®: oco, não oco, teflon 5.2.2 Ecografia músculo-esquelética na técnica EPI® 5.2.2.1 EPI® Ultrasound concept® 5.2.2.2 I-needle® para visualização da agulha EPI® 5.2.2.3 EPI® ecoguiada e visualização da agulha: 5.2.2.3.1 Técnica estéril 5.2.2.3.2 Posição relativa da agulha: Longitudinal, (eixo longo), transversal (eixo curto). 5.2.2.3.3 Olho dominante e Mão dominante 5.2.2.3.4 Visualização da agulha em plano: “in plane” 5.2.2.3.5 Visualização da agulha fora de plano: “out of plane” 5.2.2.3.6 Visualização da agulha em obliquo: “short-long” 5.2.2.3.7 Visualização da agulha por “densidad gas” 5.2.2.3.8 Visualização da agulha por Sonopalpação-pisada-entrada 5.2.2.3.9 Visualização da agulha mediante Doppler “chicken-pecking” 5.2.2.4 Princípios de eficiência da EPI® ecoguiada 5.2.2.5 Sistemas de guias adaptadas a sonda 5.2.2.6 Técnica de mãos livres 5.2.2.7 Técnicas geraisTécnica de triangulação 5.2.2.8 Técnica de triangulação 5.2.2.9 “Dinamic technique”: alteração do eixo 5.2.2.10 Truques e Dicas 5.3 Princípios e Fundamentos do Tratamento Através da Técnica EPI® 5.3.1 Metodologia da técnica EPI®: Procedimento dos “Dez passos”: 5.3.1.1 Consentimento informado 5.3.1.2 Indicações 5.3.1.3 Contra-indicações 5.3.1.4 Posição do paciente/terapeuta 5.3.1.5 Marcar e limpeza 5.3.1.6 Preparação do material 5.3.1.7 Tópicos anti-sépticos 5.3.1.8 Intervenção 5.3.1.9 Cuidados imediatos pós-intervenção 5.3.1.10 Visitas seguimento 5.3.2 Técnica da Grade 5.3.2.1 Análise ecográfica do tecido degenerado 5.3.3 Análise e avaliação do campo eléctrico através da anisotropia 5.3.4 Sono-palpação- visualização-marcação 5.3.5 Sono-elastografia normal e patológica do tendão, ligamento e músculo 5.3.6 Observação- Preparação- Intervenção com EPI® ecoguiada 5.3.7 Cálculo e optimização das doses segundo o tipo de lesão 5.3.8 Intervenção EPI® - ecoguiada por interfaces 5.3.8.1 Interface profunda (IFP) 5.3.8.2 Intra-substância tendinosa (IST) 5.3.8.3 Interface superficial (IFS) 5.3.9 Tipologia do paciente e resposta pós-tratamento com EPI® 5.4 Tratamento das Tendinopatias Através da Técnica EPI® 5.4.1 Raciocínio clínico 5.4.2 Diagnóstico médico e de fisioterapia 5.4.3 Preparação do paciente 5.4.4 Preparação do material 5.4.5 Localização clínica mediante ecografia 5.4.6 Determinação das interfaces 5.4.7 Cálculo das doses 5.4.8 Direcção, angulo e profundidade da agulha 5.4.9 Intervenção 5.4.10 Cuidados pós-intervenção 5.4.11 Efeitos secundários e precauções 5.4.12 Acompanhamento do paciente 5.5 Tratamento de Lesões Ligamentares Atratés da Técnica EPI® 5.5.1 Raciocínio clínico 5.5.2 Diagnóstico médico e de fisioterapia 5.5.3 Preparação do paciente 5.5.4 Preparação do material 5.5.5 Localização clínica através da ecografia 5.5.6 Determinação das interfaces 5.5.7 Cálculo das doses 5.5.8 Direcção, angulo e profundidade da agulha 5.5.9 Intervenção 5.5.10 Cuidados pós-intervenção 5.5.11 Efeitos secundários e precauções 5.5.12 Acompanhamento do paciente 5.6 Tratamento dos Pontos Gatilho Miofasciais (PGM) Através da Técnica EPI® 5.6.1 Definição de PGM 5.6.2 Tendinopatias e PGM 5.6.3 EPI® e resposta do espasmo local (REL) nos PGM 5.6.4 Os PGM ”Top Ten” das tendinopatias e lesões ligamentares 5.6.5 Plus-REL mediante aa técnica EPI® 5.7 Evidência Clínica e Científica da Técnica EPI® 6. Prática

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Faseado

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até 10.02.2012

José Manuel Sanchéz

Docência: Dr. José Manuel Sanchéz e/ou equipa da EPI Advance Medicine® Criador da Técnica de EPI® e ilustre fisioterapeuta e reabilitador desportivo, cujo reconhecimento lhe permitiu implementar a técnica de EPI® em clubes de futebol como o FC Inter de Milão, Manchester United FC, Atlético de Madrid, Manchester City FC e Wolves FC, entre outros.

1. Pertencer a um conjunto muito restrito de profissionais com formação em EPI®- 5º curso leccionado em Portugal, que lançará no mercado algo que todos os pacientes almejam: Inovação científica e alta tecnología ao seu dispor; 2. Ser formado pela equipa da EPI Advanced Medicine® 3. Aquisição de uma nova ferramenta de trabalho tida como das mais revolucionárias e eficazes no tratamento de patologias dos tecidos moles; 4. Todo o curso será realizado com o uso de um ecógrafo portátil para que possa ver em tempo real todas as estruturas anatómicas bem como o resultado imediato da técnica de EPI® (um exemplo aqui).

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