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10 razões para investir na sua formação … e 10 formas inteligentes de o fazer

O artigo que estava a faltar, para se preparar para esta Black Friday

Investir em formação não é só para quem quer ganhar mais dinheiro. Mas também é. Num mercado de trabalho cada vez mais selvagem e competitivo, destacar-se-á o mais ousado, ou seja, aquele que for capaz de investir na sua carreira com mais energia e maior assertividade. Aprender tornou-se a principal (ou a única) estratégia de sobrevivência.


10 razões para investir na sua formação


1. Retorno imediato

Existem poucos investimentos ao longo da nossa vida pessoal e profissional que apresentem um retorno imediato. A formação é um deles. A aplicabilidade das ferramentas fornecidas e a partilha de melhores práticas permitem um aumento de produtividade desde o primeiro dia.


2. Reconhecimento

Nem é sempre é fácil fazermos sobressair as nossas capacidades dentro de uma organização. Não obstante, enriquecer os seus conhecimentos individuais e trazer novas ferramentas para coloca-las ao serviço da sua equipa será, certamente, um fator decisivo, para que seja cada vez mais reconhecido profissionalmente.


3. Atualização do conhecimento vs Novas competências

Além do reforço das competências técnicas, a formação profissional permitir-lhe-á também estimular as suas competências interpessoais e desenvolver a sua rede de contactos. Essas aprendizagens que, muitas vezes desafiam até os dogmas empresariais, revelar-se-ão muito importantes ao longo do seu percurso profissional. 


4. Novas ferramentas

A formação, além de permitir uma atualização dos conhecimentos, é uma fonte de ferramentas que facilitam tarefas quotidianas, nomeadamente a tomada de decisões estratégicas. E estes são instrumentos de trabalho dos quais vai beneficiar ao longo de toda a sua carreira.


5. Perspetiva mais alargada do mercado

Muitas vezes, a rotina de uma empresa ou departamento condiciona a visão que o trabalhador tem do mercado. A formação é uma oportunidade de tomar contacto com outros profissionais de outras realidades e oferece uma visão mais global e do que se passa à nossa volta, podendo, inclusivamente, trazer insigts importantes ao nível da gestão do negócio.


6. Win-win situation (ganha o trabalhador e a empresa)

É expectável que os conhecimentos e as competências adquiridos numa formação resultem num aumento da eficiência e da produtividade do trabalhador, tendo um impacto positivo na sua motivação. Nesse sentido, beneficia não só o próprio, mas também a empresa com quem trabalha.


7. Networking

O contacto com outros profissionais, desde os docentes aos colegas, aumenta e enriquece a rede de contactos dos formandos, fomentando a troca de experiências e conhecimentos, bem como a relação com novas organizações e, nesse sentido, uma visão mais integrada do mercado.


8. Novas oportunidades profissionais

A formação abre portas na vida profissional dentro e fora da organização em que se encontram os participantes. Os convites para novos desafios surgem, muitas vezes, na sequência deste investimento na carreira ou até mesmo de novos contactos estabelecidos nestas ações.


9. Visão estratégica

Como já mencionamos, o ambiente profissional em que nos inserimos condiciona, frequentemente, a visão do mercado em que nos inserimos e, consequentemente, a nossa estratégia para o futuro. Nesse sentido, fazer formação e tomar contacto com outros profissionais e outras realidades pode trazer novas perspetivas que ajudem a completar e a otimizar as estratégias que, até então, tínhamos delineado.


10. Parar para refletir

Por último, a formação é fulcral no nosso desenvolvimento profissional porque nos permite, acima de tudo, “parar” para refletir. A correria do dia-a-dia deixa-nos pouco tempo para questionarmos e revermos os nossos objetivos profissionais. E este exercício é particularmente importante para a construção de um percurso profissional de sucesso.


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10 formas inteligentes de o fazer


1. Planear

A vontade de investir no seu desenvolvimento pessoal e profissional é o primeiro passo. A partir daí, comece a pesquisar. Pesquise por áreas que lhe interessam e em que gostava de se especializar, por instituições de referência, por tendências, por calendários de formação, converse com colegas de trabalho e comece a selecionar duas ou três opções que lhe parecem mais viáveis.


2. Escolher – onde quero chegar?

Nunca escolha uma formação somente porque sente a pressão de ter de acrescentar mais um item ao seu currículo. O curso em que investir tem que ser relevante. Tem que agregar valor para a sua carreira e, nesse sentido, estar alinhado com os seus interesses. A pergunta que deve fazer a si mesmo é: onde quero chegar? E porque não aproveitar este momento para fazer uma reflexão mais profunda sobre a sua carreira? Já ouviu falar, por exemplo, da análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats)? É uma ferramenta de planeamento estratégico a que muitas empresas recorrem para traçar o seu posicionamento no mercado e definir, a partir daí, em que direção avançar. Fazer esta análise pode ser um bom ponto de partida:

     • S de Strengths (forças): comece por listar características pessoais positivas, que reconheça como pontos fortes na sua vida profissional;

     • W de Weaknesses (fraquezas): neste caso deve enumerar características pessoais menos positivas, que considera que prejudicam a sua vida profissional;

     • O de Opportunities (oportunidades): tendo em conta os seus pontos fortes e dado o contexto em que se insere, que oportunidades vê no mercado que pudessem potenciar a sua evolução?

     • T de Threats (ameaças): por outro lado, ao observar o mercado, que obstáculos encontra à sua progressão?

Após esta análise, talvez fique mais claro para si, em que sentido deve avançar. 


3. Escolher o momento certo

Por muitos benefícios que possam decorrer do investimento na formação, a verdade é que nem todos os momentos são os melhores para dar esse passo. Procure um momento em que esteja numa situação pessoal e profissional estável e tranquila, para que possa dedicar-se a 100% à nova formação e retirar daí o máximo proveito. Tendo em conta a sua profissão, pode também ser inteligente optar por certos meses do ano que saiba que são mais “calmos” no trabalho para fazer formação, de forma a poder andar mais tranquilo e focado.


4. Mas, não ficar eternamente à espera do momento ideal

Já ouviu a frase “mais vale feito, do que perfeito”? Pois bem, muitas vezes desejamos e planeámos tanto algo que queremos e que sabemos que vai exigir muito de nós, que por receio de não corresponder às expectativas, acabamos por nunca avançar. É importante esperar por um momento certo para investir, mas não pelo momento perfeito, porque esse não existe. Terá sempre dificuldades. E, em muitos casos, a formação que vai fazer poderá ser mesmo o fator decisivo que o catapultará para uma situação melhor.


5. Analisar os custos associados

Antes de investir num novo curso ou formação, pondere bem o peso que essa despesa terá no seu orçamento e não se esqueça de contabilizar todas os gastos além da propina propriamente dita: deslocações, alimentação, materiais associados (se existirem). O Ideal será planear a formação com alguma antecedência, fazendo uma estimativa de todos os gastos. A partir daí, poderá organizar-se de forma a poupar mensalmente um valor que se destine e cobrir esse investimento.


6. Perceber se é possível conciliar o trabalho com a formação

Serão poucas as pessoas que têm oportunidade de fazer uma “pausa” no trabalho para se dedicarem inteiramente à formação. A maioria, tem que fazer ambos em simultâneo e, por isso, a escolha de uma formação com carga horária compatível com o emprego e o planeamento, aliado a uma gestão inteligente do tempo, são essenciais para que não perca rendimento nem a trabalhar nem a estudar. Aproveite também esta fase para reforçar o networking: reserve tempo para conviver e partilhar ideias com os formadores e colegas de formação, porque esses serão também momentos importantes de aprendizagem.


7. Debater a decisão com a família

Não deixe de lado a sua família no momento de tomar uma decisão. Aconselhe-se com eles, partilhe os seus objetivos e as suas dúvidas e oiça os seus conselhos. Nos momentos mais exigentes, a família pode ser o nosso principal suporte ou, pelo contrário, se não estiver alinhada com os nossos objetivos, o primeiro motivo para nos fazer querer desistir. Este investimento deve ser uma decisão de todos, uma vez que todos serão afetados, desde logo, no número de horas que passam juntos. Assim, só estando todos de acordo, poderão apoiar-se nesta nova fase.


8. Partilhar a decisão com o chefe

Ainda que a frequência da formação não deva interferir com a sua produtividade no trabalho, é importante partilhar com o seu superior que está a planear fazer este investimento, explicando de que forma a mesma irá contribuir para os seus objetivos pessoais e profissionais e, consequentemente, representar uma mais-valia para a empresa também.


9. Arriscar.

Arrisque. É verdade que o planeamento é um fator-chave para tirarmos o máximo proveito das oportunidades que a vida nos vai apresentando, mas não devemos ficar obcecados com o controlo de cada situação, ao ponto de deixarmos que esse perfecionismo nos impeça de progredir. Já dizia o provérbio “quem não arrisca, não petisca!”


10. Ser resiliente

Vai ser um desafio… Vai sentir-se cansado, eufórico, desmotivado, otimista, insignificante, realizado. Vai ser uma jornada, a sua jornada.


Don´t be average.

Be a Master.

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