Saúde

Método POLD de terapia manual - casos clínicos, por Ricardo Amorim

Este pode ser um dos textos mais importantes que irá ler nos próximos tempos

E contém um convite que pode fazer grande sentido. Se fizer (e se for o momento certo para si) poderá transformar o seu ano num importante momento de viragem e progresso profissional!


Foi assim para mim em 2007, ano em que contactei pela primeira vez com o Método POLD, que se revelou um momento crucial de aprendizagem e mudança.


Volvidos 12 anos, convido-o a fazer o mesmo!


Como provavelmente sabe, sou o primeiro instrutor da europa do International POLD Institute. Esta é uma formação verdadeiramente transformadora pelo processo de descoberta e crescimento que desencadeia na prática dos que a realizaram.


Posso falar-lhe de dezenas de situações inspiradoras a que assisti após as 9 edições já decorridas: assumir o controlo da prática clínica de uma forma eficiente e com resultados rápidos, reencontrar o propósito da profissão no dia-a-dia com pacientes, ultrapassar inseguranças com determinadas patologias e diagnósticos, descobrir novos desafios em casos mais difíceis, alcançar resultados que de outra forma parecia impossível e com isso conseguir obter uma notoriedade impactante junto dos pacientes.


Uma vez que é algo que frequentemente me solicitam, decidi escrever este artigo com alguns dos meus casos clínicos e do próprio criador da metodologia, Juan Vicente Lopes Diaz.


1. Lombociatalgia aguda

Resultado de uma intervenção com duração aproximada de 40 minutos, num caso de lombociatalgia em fase aguda, resistente às terapêuticas instituídas até então (farmacológica e física).

Duração dos sintomas = 13 dias



2. Escoliose

Resultado de uma intervenção com o Método POLD de terapia manual no decorrer de um dos cursos, com uma utente real.



3. Escoliose

Resultado de 5 intervenções num caso de escoliose. Como complemento após as 5 sessões iniciais institui-se além do Método POLD trabalho de controlo motor.